o que nos é servido à mesa do consumo da comunicação social que temos (com versão digital)
Comecemos por clarificar um equívoco. O presidente da CMS não perdeu o mandato só porque o partido assim "decidiu". Os partidos não têm tal poder, nem poderiam ter. Foi o próprio presidente que renunciou ao mandato, por determinação partidária, é certo, mas que ele aceitou, sem ser obrigado a isso. Se saiu, foi porque entendeu que o devia fazer
http://jornal.publico.clix.pt/noticias.asp?a=2006&m=08&d=29&uid=&id=95355&sid=10479PUXAPALAVRA: A desumaniza�o da pol�tica (6)Por isso há boas razões para defender que a vagatura deveria provocar automaticamente eleições intercalares.http://reporter.online.pt/soltas/setubal20060823_presidencia01.htm Uma necessidade assumida de renovar energias,
rejuvenescer e reforçar a equipa
Na «prestação de contas», propõem afastamentos ou reconduções; de outras, intempestivamente, impõem a saída abrupta de uma pessoa eleita, extravasando para a esfera pública as lutas internas pelo poder.
Devemos à nossa fraca cultura política uma atenção crítica a estes sinais.
http://puxapalavra.blogspot.com/2006/08/desumanizao-da-poltica-6.html#linksComo, neste caso, as saídas forçadas de Carlos Sousa e Aranha Figueiredo configuram precisamente um ajuste de contas interno à custa dos compromissos eleitorais que ambos, nas listas do PCP/CDU, assumiram, o escrutínio político da questão não deve deter-se na consideração imponderada de que «estão bem uns para os outros».
http://puxapalavra.blogspot.com/2006/08/bruscamente-neste-vero-desenvolvimento.html#linksSem cair em despropositados dramatismos, à falta de explicações, o imperativo democrático é buscá-las, descobri-las, exigi-las e avaliá-las. De outro modo, continuaremos, todos, demasiado bons uns para os outros.
http://jornal.publico.clix.pt/noticias.asp?a=2006&m=08&d=29&uid=&id=95355&sid=10479Uns gritaram "escândalo". Outros falaram num "expropriação do mandato popular". Outros ainda denunciaram a "ditadura dos partidos" sobre os eleitos. Por mim, não acompanho o criticismo generalizado
Não ao POLIS da Luisa Todi