OSetubalense

De Setúbal comenta-se o que nos é servido à mesa do consumo da comunicação social que temos (com versão digital)

julho 20, 2007

 

As críticas ao que o Polis já concluiu

A faixa norte, vedada ao trânsito em geral, vai estar aberta a transportes públicos, a veículos de emergência e a cargas e descargas
http://www.sado2000.pt/noticia.php?codigo=469E2EF27483F


2 milhões são assegurados pelo município em 13,5milhões de euros


surgiram inúmeras críticas, não só em relação ao que vai ser feito como ao que o Polis já concluiu – com o auditório do Largo José Afonso a ser citado, pela negativa, por muitos dos setubalenses
 

Fontaínhas - interface de transportes

Interface de transportes : em estudo a possibilidade de construir um interface de transportes na zona das Fontaínhas, que articule os vários modos – comboio, barco e autocarro.
O projecto será objecto de uma candidatura ao Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN) http://www.sado2000.pt/noticia.php?codigo=469E2EF27483F
a «grande oportunidade»

julho 15, 2007

 

Projectos de Tróia de dificultarem acesso às praias

Empreendimentos imobiliários disfarçados de projectos turísticos


http://ultimahora.publico.pt/noticia.aspx?id=1299462&idCanal=10
Acção de rua em SetúbalLouçã acusa projectos de Tróia de dificultarem acesso às praias e prejudicarem ecossistemas 14.07.2007 - 15h35 Lusa

O líder do Bloco de Esquerda, Francisco Louçã, responsabilizou hoje o Governo pela viabilização de condomínios de luxo na península de Tróia e no Litoral alentejano, que “dificultam o acesso às praias e põem em risco os ecossistemas costeiros”.
“Estes interesses imobiliários em toda a península de Tróia, com 50 quilómetros de praias, dão a ideia de como os interesses económicos têm pisado os direitos das pessoas”, disse Francisco Louçã, defendendo a necessidade de “um urbanismo que não permita que seja só para alguns aquilo que é de todos”.Francisco Louçã falava aos jornalistas durante uma acção de rua, que também contou com as presenças de Alda Macedo, Fernando Rosas e Mariana Aiveca, no âmbito da campanha do Bloco de Esquerda sobre as alterações climáticas, em que os bloquistas colocaram um “cavalo de Tróia” na península com o mesmo nome em protesto “contra os condomínios de luxo que põem em risco os ecossistemas costeiros e dificultam o acesso da população às praias”.Com cerca de dois metros de altura, o cavalo de Tróia foi transportado em ombros pelas ruas da baixa de Setúbal, da Praça do Bocage até ao cais de embarque dos “ferry-boats”, de onde seguiu para a península de Tróia para ser colocado junto aos prédios construídos junto à futura marina, em fase de construção.“Trata-se de uma iniciativa integrada na nossa campanha em torno das alterações climáticas, em que um dos grandes problemas com que estamos confrontados é a subida do nível do mar”, disse a deputada do BE Alda Macedo.Pressão imobiliária fragiliza costa“A nossa costa está particularmente frágil por causa do excesso de pressão do imobiliário e aquilo a que estamos a assistir é a um agravamento desta pressão imobiliária, que favorece os negócios associados ao turismo”, acrescentou Alda Macedo.O cavalo de Tróia que foi colocado na margem esquerda do rio Sado simboliza a contestação dos bloquistas ao que dizem ser “grandes empreendimentos imobiliários disfarçados de projectos turísticos”, como é o caso do Tróiaresort.“O Tróiaresort, que foi dos primeiros projectos a serem licenciados, em 2005, é na verdade um grande empreendimento imobiliário”, disse Alda Macedo, advertindo para as consequências negativas destes grandes empreendimentos imobiliários para as pessoas e para o ambiente.“Por um lado agravam o que os planos de ordenamento da orla costeira reconhecem como uma necessidade – diminuir a pressão na orla costeira –, e por outro privam a população de um acesso fácil e directo ao usufruto das praias e da paisagem”, conclui a deputada do BE.Durante a tarde, o Bloco de Esquerda promove outra acção de rua integrada na campanha sobre as alterações climáticas na Costa da Caparica, que designou como “Inauguração de um projecto PIN - Hotel flutuante 7 estrelas”, que pretende ser uma alerta para o avanço do mar nas zonas costeiras.
 

Um erro e uma perda de dinheiro para o país e para a Europa

"A requalificação da AvenidaLuísa Todi, é um erro e uma perda de dinheiro para o país e para a Europa", afirma o autarca do PSD .O projecto, da autoria do arquitecto Manuel Salgado, promete dar nova vida à Baixa setubalense, mas
não reúne consenso entre a população.

12,5 milhões de euros e tem de estar concluída em Setembro de 2008

Podemos travar isto?Salvemos a LTodi



Atraso no Polis de Setúbal pode vir a comprometer financiamento comunitário
http://jornal.publico.clix.pt/UL/default.asp?url=%2FUL%2Fmain%2Easp%3Fsec%3DLocal%26dt%3D20070713


Oposição defende que a obra só é legal se for licenciada pela câmara, algo que não
tem sido praticado pelas Sociedades Polis
A principal obra do Programa Polis de Setúbal, a requalificação da Avenida
Luísa Todi, não deverá arrancar antes do final de Julho, altura em que o atraso será superior a dois meses.
Um atraso que pode pôr em causa o financiamento comunitário, que exige a conclusão dos trabalhos até Setembro de 2008.
A maioria CDU da Câmara de Setúbal responsabiliza a oposição pelo impasse, enquanto a oposição garante estar a defender a legalidade. Em causa está o licenciamento camarário da obra, que o PSD diz ser necessário, mas que o vereador do Urbanismo,
que é também membro da Sociedade Setúbal Polis, entende ser dispensável.


"A legislação não é clara, mas a nossa interpretação é que as empreitadas do Estado e
das câmaras municipais não carecem de licenciamento". Ao que o vereador do PSD contrapõe: "O que está
na lei é que os projectos das Sociedades Polis têm de ser licenciados pela câmara municipal."
Na reunião pública de câmara de há três semanas, a CDU levou uma proposta de parecer favorável à obra, que o PSD recusou discutir e votar. "é preciso haver consenso das várias forças políticas" sobre a matéria e por isso está a preparar a proposta de licenciamento, que só deverá ser apreciada a 25 de Julho.
Quem assume não estar preocupado com o atraso e com a eventual perda dos fundos comunitários – o que será "uma catástrofe".

Não concorda com a intervenção que vai ser feita. "A coisa que menos me preocupa é a responsabilidade por a obra não se realizar, poque acho que ela é um erro e uma perda de dinheiro para o país e para a Europa", afi rma o autarca do PSD.
A obra da Avenida Luísa Todi, a mais cara do Polis de Setúbal, foi adjudicada em Dezembro do ano passado por


12,5 milhões de euros e tem de estar concluída em Setembro de 2008.


O projecto, da autoria do arquitecto Manuel Salgado, promete dar nova vida à Baixa setubalense, mas não reúne consenso entre a população. A transferência da circulação automóvel para sul, interditando a faixa norte – que passa a servir de ligação entre a Baixa comercial e a placa central – é uma das medidas que mais dúvidas suscitam.

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