o que nos é servido à mesa do consumo da comunicação social que temos (com versão digital)
“A co-inceneração, não emite dioxinas, o que foi provada é que neste momento sabe-se que a maior parte das emissões de dioxinas da Europa, provêem dos fogos florestais e actividades, onde se consta a combustão dos automóveis”, disse. Manuel Palma afirmou ainda que “a emissão de dioxinas na co-inceneração é algo que não é tecnicamente justificável, o que acontece, e a minha avó já me dizia, é que uma mentira muitas vezes repetida, tem foros de verdade. Não há ninguém que consiga demonstrar, que a co-inceneração na Arrábida, na Secil, produz dioxinas”.
http://www.odistrito.com.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=409&Itemid=56Parece, que o Estudo de Impacte Ambiental, ainda ninguém leu, nem os Movimentos de Cidadãos, nem a Câmara Municipal, nem o senhor Castanheira de Barros, ninguém leu
É preciso trazer a feira para a zona ribeirinha da cidade num local onde possa conviver com as pessoas.
http://www.odistrito.com.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=400&Itemid=56A feira de Setúbal deve ser num espaço aberto onde existe um contacto da população e as pessoas que visitam a cidade no verão
Metro ligeiro, utilizando-se a linha ferroviária convencional que passa no Quebedo, podendo também construir-se uma
paragem nova nas Fontainhas, após o túnel, facilitando a vida quem trabalha em Tróia
http://www.osetubalense.pt/noticia.asp?idEdicao=195&id=7467&idSeccao=1659&Action=noticiaNem justifica as desvantagens da ocupação inútil da frente rio por edifícios da gare intermodal e por parques de estacionamento para viajantes externos à cidade. A ligação fluvial fica melhor servida por um vai-vem .