o que nos é servido à mesa do consumo da comunicação social que temos (com versão digital)
Os terrenos do Bonfim serão valorizados com a construção de um complexo habitacional, área comercial, escritório e um hotel.
chttp://jornal.publico.clix.pt/UL/main.asp?sec=Local&dt=20080807o promotor imobiliário Pluripar pretende construir uma mega-urbanização composta por 7500 apartamentos, para 30 mil habitantes, área habitacional e outra comercial, não faz sentido em termos de ordenamento do território, uma vez que prevê a concentração de "cerca de 30 por cento da população actual do concelho de Setúbal".
Para a presidente da Câmara de Setúbal, tratou--se de "uma intervenção extemporânea" pois "fala-se apenas da questão do Plano de Pormenor do Vale da Rosa".
Associação ambientalista Quercus contesta urbanização em Setúbal que levará ao abate de mais de mil sobreiros
A deslocalização da Feira de Sant’Iago da avenida Luísa Todi “para o mosquitómedro de Manteigadas”; “o assassinato da avenida Luísa Todi” e “a destruição do largo José Afonso pelo gigantismo modernista do pórtico-anfiteómedro, cuja utilidade é praticamente nula”.
http://www.osetubalense.pt/noticia.asp?idEdicao=209&id=7811&idSeccao=1755&Action=noticiaFalsos estoiram com Setúbal
Fonte do gabinete do vereador do Urbanismo, Rui Higino, disseque aqueles terrenos “são propriedade da Santa Casa da Misericórdia de Setúbal” “desconhecia por completo” a realização de tais trabalhos, uma vez que “a única obra de asfaltamento que está a decorrer no concelho está a ter lugar em Azeitão”.
http://www.osetubalense.pt/noticia.asp?idEdicao=210&id=7833&idSeccao=1761&Action=noticiaPor razões que se desconhecem, meios da autarquia – humanos e materiais – foram utilizados, ontem, em obras de asfaltamento num pequeno espaço da cidade, muitíssimo pouco utilizado e sem saída. Com efeito, aquela que em tempos foi denominado por rua do Mirante – um pequeno espaço situado nas traseiras do hotel e paralelo à linha de caminho de ferro –, há muito que se encontra fechado à circulação de pessoas e viaturas .
Contestam a decisão do juiz alegando ter sido o mesmo magistrado que em Janeiro último decidiu a favor dos três municípios.
http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1337938&idCanal=59O magistrado considerou improcedente a acção cautelar interposta pelos três municípios que pretendiam a suspensão da eficácia das licenças ambiental, de instalação e de exploração concedidas à fábrica da Secil, no Outão, para a co-incineração de resíduos industriais perigosos.