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A autarquia não acciona o direito de reversão administrativa da propriedade dos terrenos (a seu favor) previsto no contrato de doação dos mesmos ao clube a 19 de Fevereiro de 1956
P O R Q U Ê ?Jorge Santana questionou a cedência dos direitos de superfície à Pluripar, quando havia uma escritura, de 1956, que dava conta de que os terrenos só poderiam ser utilizados para infra-estruturas desportivas.
TIO-AVÔ DE MOURINHO Mário Ledo, que chegou a ser presidente do clube, assinou a escritura como testemunha em 1956.
http://www.correiomanha.pt/noticia.aspx?contentid=D3DFBD66-629D-49DA-8866-16570774B68A&channelid=00000012-0000-0000-0000-000000000012ex-dirigente do Vitória, atribuiu a Jorge Goes, Chumbita Nunes, Carlos Costa e Mariano Gonçalves responsabilidades directas pela grave crise por que passa o futebol profissional vitoriano.
A escritura do contrato de doação dos terrenos do Bonfim por parte da Câmara de Setúbal ao Vitória, há 53 anos, foi feita sob determinadas condições. Uma delas obriga o regresso dos terrenos ao município " com todas as benfeitorias que tiverem e sem direito a qualquer indemnização" para o clube. Entre as várias hipóteses estavam as seguintes: "No caso de o Vitória dar ao campo qualquer outro destino ou utilização que não seja a da prática de modalidades desportivas ou no caso de dissolução do clube."