OSetubalense
De Setúbal
comenta-se o que nos é servido à mesa do consumo da comunicação social que temos (com versão digital)
maio 31, 2005
100 mil euros
A repavimentação do Bairro Salgado com betuminoso foi proposta pela empresa “Pavia”, no âmbito do concurso lançado para esta empreitada, com custos da ordem dos 100 mil euros. Em Portugal, apenas ainda foi usado em auto-estradas.A principal característica incluir borracha de pneus, o que permite aproveitar um material que atinge o seu fim de vida e que se destinava a ser destruído por processo de queima.Essa reutilização constitui uma das vantagens deste tipo de asfalto, o qual possibilita reduzir o uso dos recursos das pedreiras, resultando noutro benefício ambiental.O asfalto que será aplicado na repavimentação do Bairro Salgado apresenta também ganhos financeiros. A diminuição dos custos deve-se à composição deste betuminoso e ao facto de os pavimentos poderem ter uma espessura inferior ao habitual.A existência de borracha de pneu neste produto confere-lhe uma maior capacidade de absorção do ruído provocado à passagem dos veículos, o que resulta em benefícios numa área residencial como o Bairro Salgado, com níveis de tráfego elevados e a circulação de muitos autocarros. A diferença do nível de ruído em relação à circulação efectuada num betuminoso normal é de três decibéis.Outra característica deste material é oferecer uma maior aderência aos veículos, fundamental para tornar a circulação rodoviária mais segura.A repavimentação do Bairro Salgado com este betuminoso foi proposta pela empresa “Pavia”, no âmbito do concurso lançado para esta empreitada, com custos da ordem dos 100 mil euros
maio 30, 2005
saber viver nesta terra
Os 13 campeões nacionais do Clube Naval Setubalense na época 2003/04 foram homenageados no dia 27, à noite, no Salão Nobre dos Paços do Concelho, durante a sessão solene do 85.º aniversário da instituição.5/30/2005 16h43 http://www.mun-setubal.pt/principal.asp Clube Naval Setubalense de parabéns
O clube homenageou José Cunha e Helena Murta, em vela, Carlos Oliveira, Rui Faria, Mário Jesus, Américo Charrano, Carlos Bispo, Mário Simões, Pedro Homem e Luís Cardoso em remo.Na natação, os laureados foram Rui Jorge Santos e Ricardo Varela, em juvenis, e Tiago Venâncio, em júnior.A direcção do clube entregou medalhas e emblemas aos associados há 25 e 50 anos. Após a entrega de lembranças, o clube aproveitou a ocasião para homenagear Jorge Costa, ex-dirigente da instituição, que “traz na alma o espírito de ser navalista”.José Carrilho do Rosário, presidente da direcção do Clube Naval Setubalense, salientou levar o clube a bom porto tem “sido uma tarefa árdua”, dado que os apoios são insuficientes.Na sessão solene participaram, entre outras individualidades, a governadora civil, Teresa Almeida, a representante da Região de Turismo Costa Azul e do Vitória Futebol Clube Paula Costa, o presidente da Câmara Municipal, Carlos de Sousa, um representante da Administração dos Portos de Setúbal e Sesimbra, Ricardo Roque, e o padre João Lobato, a representar o bispo de Setúbal.Da entidade aniversariante esteve presente na mesa, alem de Carrilho do Rosário, o presidente da assembleia-geral, José Luís Resende.As entidades presentes felicitaram o Clube Naval Setubalense pelo trabalho meritório desenvolvido ao longo dos 85 anos de existência, tendo Ricardo Roque expressado “desejos de uma longa vida”.Paula Costa, emocionada com a homenagem ao seu marido, Jorge Costa, salientou a importância de ser navalista referindo, que, “quando se é, é para toda a vida”.Já o padre João Lobato referiu-se ao clube como sendo uma “trave mestra” no que diz respeito ao desporto e à cultura na cidade. Carlos de Sousa apontou o “magnifico peso do passado” e o trabalho que a colectividade desenvolve no quadro das iniciativas marítimas, assim como em outras modalidades que tem vindo a desenvolver, tais como patinagem, hóquei em patins e basquetebol.A governadora civil acrescentou que o clube “está longe de sentir o peso da idade, isto porque tem vindo a dar mostras de vitalidade”, indicando que o actual leque de modalidades desportivas é a prova de que o “clube está atento às necessidades dos setubalenses”.José Resende agradeceu aos jovens atletas que permitem dar “continuidade à obra do clube”.“Da tradição à modernidade” foi o tema de uma palestra proferida por Viriato Soromenho Marques, professor universitário de filosofia.Entre muitas exaltações, o professor salientou a importância de que ser “setubalense é saber viver nesta terra”, não esquecendo o passado, tendo em conta que a tradição é um tesouro perdido para a maioria dos setubalenses.Pontos que acentuam a importância história de Setúbal, como os Descobrimentos, o Tratado de Tordesilhas e os conventos de Jesus e de S. Francisco Xavier foram lembrados pelo orador.Soromenho Marques referiu aos presentes que é necessário “criar uma identidade simbólica activa a partir da tradição da cidade”.O Clube Naval Setubalense, fundado a 6 de Maio de 1920 e considerado como utilidade pública desde 1982, tem actualmente mais de 1.400 praticantes divididos pelo basquetebol, mini-basquetebol, hóquei em patins, patinagem artística, vela (competição e escola), remo (formação e competição) e natação (escola e competição).
maio 27, 2005
Temos a mais bela baia sem estradas de acesso
Adoptaram o discurso miserabilista e não aproveitaram os recursos que tinham à mão. No turismo, por exemplo, quando temos a estrada de aceso às praias da Arrábida encerrada durante dois anos, sem que haja uma vontade férrea da Câmara em desbloquear a situação, ficaram parados à espera que o governo fizesse qualquer coisa.
http://reporter.online.pt/soltas/setubal2005_catarinocosta01.htmlTemos a mais bela baia sem estradas de acesso e sem bandeiras azuis, porque a autarquia não se candidatou, ou seja, o turismo está bloqueado. Os monumentos estão cada vez mais degradados e não se fez nada a não ser
umas cartinhas aos ministros. O Governo como tem muitas solicitações, às quais não pode dar cobertura total no País, sente que aqui existe uma Câmara fraca é esta que falha, é a que fica para trás.
maio 24, 2005
Violação do contrato de arrendamento , obras sem consentimento
Acção de despejo Obras interiores feitas sem autorização do senhorio na origem do litígio que aguarda decisão judicial Colectividade foi fundada em 1842
Agora pouco mais que 150 sócios que ali se juntam para jogar cartas, xadrez ou bilhar, pagando 2,5 euros mensais, quase à conta para pagar a renda ao senhorio - uma despesa a rondar os 300 euros. Há ainda um dinâmico grupo cultural.
http://jn.sapo.pt/2005/05/24/grande_lisboa/gremio_lisbonense_risco_perder_a_sed.htmlA colectividade ocupa o primeiro andar do imóvel, usufruindo das vistas soberbas que a varanda oferece. O resto está devoluto. O proprietário alega
violação do contrato de arrendamento e diz que as obras fragilizaram o edifício .
Da época áurea dos chapéus altos dos ricos comerciantes , aristocratas e gente das letras, do roçar das sedas dos vestidos das senhoras e do fervilhar de gente na noite , já só restam as memórias. O coração da cidade foi ficando deserto e a colectividade também perdeu o brilho.
O litígio arrasta-se desde 1999. Em causa estão as obras de ampliação de um restaurante que funcionava na sede, realizadas
sem o consentimento do senhorio.
FundaçãoAcontece a 26 de Outubro de 1842, no reinado de D. Maria II, com a designação de Academia Harmonica e destinando-se à aprendizagem de música. No ano seguinte, passa a chamar-se Sociedade Recreativa Filarmónica e só em 1881 adopta o actual nome.BenemerênciaDurante 150 anos teve um grupo de sócios denominado "Os Pelicanos" que, pelo aniversário do Grémio e Natal, distribuía roupas e a consoada a pessoas pobres, o que mereceu ao Grémio medalhas da Ordem da Benemerência e de mérito da cidade, da Câmara.
maio 23, 2005
Fórum
O dinheiro para comparticipar as obras de recuperação do Fórum, a câmara decidiu aplicá-lo na rede viária.Com a autorização do então secretário de Estado PSD, o dinheiro acabou repartido pela passagem desnivelada da Av. Rodrigues Manito, Reservatório do Farol da Azeda, protocolos de modernização administrativa e obras na Via Rápida Brancanes-Cascalheira.
http://jornal.publico.clix.pt/noticias.asp?a=2005&m=05&d=23&uid=&id=22081&sid=2412O ideal seria construir um edifício de raiz
Os artistas têm de tomar banho de água fria", critica Duarte Victor, ao que Marina Sacramento acrescenta: "Não há sequer duches em condições".
???Não há hoteis em frente???isto não por favor!!!Temos de fasear a intervenção, mas o mais urgente é a informatização [obrigatória] da bilheteira, que vai obrigar à sua ampliação, e a reformulação do bar."
Sim , isto sim !!!!!!
Patrocinador privado do Festroia
A história diz que o Grupo não faz investimentos isolados, vê os destinos como um todo".A única garantia dada por este administrador foi a de que o Grupo Amorim está a estudar futuros investimentos, dando, assim, sequência aos projectos já previstos – em parceria com a Sonae – para a Península de Tróia.
http://www.osetubalense.pt/arquivo/20-5-2005/setubal/geral4.shtmlo Grupo está a ponderar a possibilidade de investir em Setúbal, frisando que esta cidade "merece ser, cada vez mais, um destino turístico", sendo que pretendem "ter um papel preponderante nesse processo", garantindo que o Grupo Amorim "veio para ficar porque acredita em Setúbal".
maio 09, 2005
Vemos uma via essencial interrompida
Não se conseguiu atrair nenhum investimento, nem gerar riqueza, nem criar postos de trabalho em Setúbal.
http://www.osetubalense.pt/arquivo/9-5-2005/setubal/geral8.shtmlO investimento turístico está paralisado. Não há bandeiras azuis nas praias. Vemos uma via essencial interrompida, que é o acesso às praias da Arrábida, e a única atitude da câmara é passar as culpas para os outros,
quando os munícipes querem é alguém com capacidade de negociação com a Administração Central, com os parceiros económicos, no sentido de dinamizar o crescimento económico.
Mas a única preocupação é ter um batalhão de assessores político-partidários a trabalhar para promover a imagem do presidente.
Maior consonância entre os objectivos nacionais e locais, que são
o crescimento económico,
as novas tecnologias,
o apoio aos jovens,
a aposta na capacidade dinamizadora das empresas e da
sociedade civil.
A actual câmara, está constantemente a fazer oposição, faz da autarquia um centro de combate ao governo e, assim, não vamos conseguir desenvolver o concelho.As cidades não são ilhas, são arquipélagos, e Setúbal tem uma oportunidade excelente de, em complementaridade com Grândola e com o Governo , desenvolver o projecto de Tróia.
maio 08, 2005
O endividamento da autarquia continuar a crescer
– "mais de 3,3 milhões de euros em 2004" -, quando não existem investimentos nem obras importantes a decorrer. O défice de 2004 "vem somar-se aos de 2002 e de 2003, o que conduziu ao aumento da dívida do município de Setúbal para 76,1 milhões de euros".
http://www.osetubalense.pt/arquivo/6-5-2005/setubal/geral5.shtmlo aumento do valor da dívida representa um agravamento de 45 por cento em relação ao valor que serviu de desculpa para o imobilismo que caracterizou a acção deste executivo em três anos de mandato
Acesso à praia da Figueirinha
O troço entre o Outão e a praia de Galapos "vai permanecer encerrado durante a época balnear de 2005".O prazo de entrega das propostas a concurso decorre até ao final deste semestre, ou seja Junho. Estradas de Portugal – EP (antigo Instituto de Estradas de Portugal) já procedeu ao lançamento do concurso público para a empreitada de execução de obras a realizar no troço da Estrada Nacional 379-1, entre o Outão e a praia da Figueirinha. A EP salienta que "o tipo de intervenção necessário obriga a estudos complexos que implicam uma análise rigorosa e morosa das situações concretas", mas não esclarece qual o prazo da obra nem o seu valor.
http://www.osetubalense.pt/arquivo/4-5-2005/setubal/geral4.shtmlO projecto de arranjo das encostas da estrada de acesso à praia da Figueirinha foi executado com base num estudo da Faculdade de Engenharia do Porto, entregue à Estradas de Portugal em 2002. As soluções a implementar prevêem a adopção de redes reforçadas com cabos de aço associadas a pregagens activas; barreiras dinâmicas e barreiras rígidas, associadas a estruturas flexíveis ou rígidas; recurso ao reperfilamento de alguns taludes, complementado com o desmonte de rocha em zonas onde esta apresente situações de queda iminente
maio 05, 2005
Refer/CP, Fertagus, IPS, Lisnave? Autarquias, Governo? Deputados por Setúbal?
Para que serve o comboio para Setúbal?
Levantei-me às 5h00 para entrar ao trabalho na Estefaninha, zona industrial de Setúbal, por volta das 8h30. Apanhei o comboio Damaia-Sete Rios e o comboio Sete Rios-Setúbal, às 6h44. Cheguei a Setúbal, à estação terminal da Avenida do Brasil, 45 minutos depois pelo preço de quase quatro euros mais o passe L1. Chegado a Setúbal, desci ao subterrâneo da estação, subi as escadas da velha estação e tentei saber a que horas havia comboio para Praias do Sado. "Senhor, o comboio partiu há três minutos. Agora só dentro de uma hora." Perguntei se era assim durante todo o dia. Responderam-me que sim. Porquê?, perguntei. Disseram-me que são duas companhias diferentes: a Fertagus e a CP.Perguntei depois por transportes alternativos: " Na estação nada, só na rodoviária." Passei na praça de táxis, não estava nenhum. Chamei um táxi que me custou seis euros. O que significa que, se me deslocar 30 vezes a Setúbal, além dos 30 euros actuais terei o telemóvel para pagar e mais 300 euros de comboio/comboio/táxi. Ou correr o risco de chegar atrasado à escola fazendo o percurso a pé da estação do comboio à estação da rodoviária. Interrogado o motorista do táxi por que não há táxis, recebi a resposta que já calculava. Não circula ninguém nestes comboios e a praça de táxis está num sítio impossível de chegar e sair. A Estefaninha incluiu um complexo do Instituto Politécnico de Setúbal com aproximadamente 4000 alunos, funcionários e docentes com uma grande percentagem que se desloca de Lisboa, Pragal, Coina ou outra estação da linha.
http://jornal.publico.clix.pt/noticias.asp?a=2005&m=05&d=04&uid=&id=19027&sid=2077Por outro lado, uma vasta zona industrial circunda o instituto com centenas de operários. Não será possível que as companhias se entendam ou, o que seria melhor, o comboio chegar a Praias do Sado servindo centenas de potenciais clientes? Clientes que se deslocam todos os dias de carro alimentando filas e filas de automóveis e cargas de poluição desumanas. Aliás, desumana é a estação de Setúbal - depois de rampas a pensar nos idosos, nas grávidas e na terceira idade tem umas penosas escadas sem corrimão para comprar os bilhetes apenas.Quando é que alguém pensará neste assunto?
Refer/CP, Fertagus, IPS, Lisnave? Autarquias, Governo? Deputados por Setúbal? José Gil, Damaia
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