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Acção de despejo Obras interiores feitas sem autorização do senhorio na origem do litígio que aguarda decisão judicial Colectividade foi fundada em 1842
Agora pouco mais que 150 sócios que ali se juntam para jogar cartas, xadrez ou bilhar, pagando 2,5 euros mensais, quase à conta para pagar a renda ao senhorio - uma despesa a rondar os 300 euros. Há ainda um dinâmico grupo cultural.
http://jn.sapo.pt/2005/05/24/grande_lisboa/gremio_lisbonense_risco_perder_a_sed.htmlA colectividade ocupa o primeiro andar do imóvel, usufruindo das vistas soberbas que a varanda oferece. O resto está devoluto. O proprietário alega
violação do contrato de arrendamento e diz que as obras fragilizaram o edifício .
Da época áurea dos chapéus altos dos ricos comerciantes , aristocratas e gente das letras, do roçar das sedas dos vestidos das senhoras e do fervilhar de gente na noite , já só restam as memórias. O coração da cidade foi ficando deserto e a colectividade também perdeu o brilho.
O litígio arrasta-se desde 1999. Em causa estão as obras de ampliação de um restaurante que funcionava na sede, realizadas
sem o consentimento do senhorio.
FundaçãoAcontece a 26 de Outubro de 1842, no reinado de D. Maria II, com a designação de Academia Harmonica e destinando-se à aprendizagem de música. No ano seguinte, passa a chamar-se Sociedade Recreativa Filarmónica e só em 1881 adopta o actual nome.BenemerênciaDurante 150 anos teve um grupo de sócios denominado "Os Pelicanos" que, pelo aniversário do Grémio e Natal, distribuía roupas e a consoada a pessoas pobres, o que mereceu ao Grémio medalhas da Ordem da Benemerência e de mérito da cidade, da Câmara.