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O vereador do Urbanismo, explica que a entidade de coordenação (CCDR-LVT) exige a realização de um concurso público para a obra. Na última Assembleia Municipal de Setúbal, interpelado pela bancada social-democrata sobre o projecto comercial e cultural que o grupo Amorim apresentou, diz, poderá estar perante um impasse.
http://jornal.publico.clix.pt/noticias.asp?a=2005&m=07&d=09&uid=&id=29446&sid=3240Dias Pereira perguntara se era intenção da câmara fazer uma apresentação do projecto aos deputados municipais. Sobre esta matéria a bancada socialista exigiu uma "nova discussão do Polis de Setúbal". A Associação de Comércio e Serviços do Distrito de Setúbal também já fez saber que não vê com bons olhos a intenção do Grupo Amorim de investir num centro comercial ao ar livre na zona ribeirinha.
"Como é possível que, depois de mais de três anos de discussões e planeamento, surja um projecto acabado e assinado que é do desconhecimento da comissão de acompanhamento do Polis e da sua assembleia geral?"O candidato independente do BE considera ainda que o projecto contraria a filosofia inicial do Polis, já que prevê "mais densidade de construção, mais barreiras, mais espaços fechados, menos espaço para as pessoas e mais para os automóveis". Construir um centro comercial no centro da cidade pode significar o "estrangulamento do comércio tradicional, situação que se agravará muito mais, se o centro comercial previsto para o Bonfim for para a frente", diz João Bárbara.