o que nos é servido à mesa do consumo da comunicação social que temos (com versão digital)
Faz-se co-incineração no perímetro urbano de Viena e às portas de Berlim. A co-incineração é uma técnica regulada por uma directiva europeia, transposta para a legislação portuguesa, que identifica as condições e controlos em que pode ser feita. E a co-incineração de RIP não é mais perigosa que a de Resíduos Industriais Banais (RIB) que está a ser feita no Outão, com o acompanhamento de uma comissão de representantes da sociedade.
http://semanal.expresso.clix.pt/1caderno/pais.asp?edition=1722&articleid=ES197122É vantajoso para as cimenteiras porque, além de resolverem o problema dos RIP, este é um combustível que não faz emissões de CO2 e naturalmente tem um preço mais barato que o do fuel ou do carvão.
A extinta Comissão Científica Independente (CCI) está a estudar o assunto e dirá se as conclusões realizadas se mantêm válidas. Há estudos de impacte ambiental que foram feitos para Souselas e Outão e não vejo que sejam necessários novos estudos.
A nossa estratégia de ataque ao problema dos Resíduos Industriais Perigosos (RIP) é em primeiro lugar reduzir, reciclar, reutilizar e valorizar por todas as maneiras possíveis. Os CIRVER são uma base logística para esse tipo de operações. Mas há uma fracção de 10-15% de RIP que não pode ali ser tratada e que está a ser exportada. Isto vai contra todos os princípios de responsabilidade ambiental e de auto-suficiência recomendados pela UE.