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Nuno Baptista da Silva foi seleccionado entre três candidatos, num processo em que «o conhecimento do terreno era um dos requisitos». O novo responsável da Divisão Sub-Regional de Setúbal
http://www.regiaodesetubalonline.pt/noticia.php?codigo=442D5F17BD684é licenciado em arquitectura e iniciou a carreira no Instituto de Conservação da Natureza onde exerceu funções de arquitecto na Divisão de Conservação da Natureza, em 1994. Depois, desenvolveu o percurso profissional na Câmara Municipal da Moita. No âmbito da cooperação entre autarquias foi ainda, a partir de Maio de 2002, assessor do vice-presidente com o Pelouro do Planeamento e Gestão Urbanística da Câmara do Barreiro e acumulou estas funções com a direcção do Projecto Municipal para acesso a Fundos Externos e a Divisão de Gestão Urbana da mesma autarquia.
A Divisão Sub-Regional de Setúbal, que já existe há alguns anos mas a funcionar sem grande eficácia, «será pioneira no processo de reestruturação da CCDR-LVT e terá um novo responsável já a partir de segunda-feira, dia 3 de Abril»
A Sonae distancia-se assim das entidades que nas últimas semanas têm usado Tróia como argumento contra a co-incineração, "não vai alinhar em campanhas que afastem os turistas de Tróia" e está "completamente tranquila" em relação aos resultados do estudo que indica a Secil do Outão para co-incinerar resíduos industriais perigosos.
http://jornal.publico.clix.pt/noticias.asp?a=2006&m=03&d=26&uid=&id=70280&sid=7703"Se continuar a haver a tentação de transformar este assunto numa questão política ou numa campanha contra alguém, é evidente que vai haver problemas e é isso que estou a tentar evitar". "No âmbito das nossas responsabilidades sociais e ambientais temos equipas permanentes para monitorizar diversos parâmetros e se, eventualmente, houvesse algum problema, não deixaríamos de o transmitir às entidades competentes", frisou Henrique Montelobo, convicto do rigor científico do relatório sobre a co-incineração."Existiu e funcionou uma comissão de pessoas qualificadas que fez uma avaliação e publicou um relatório. Se chegaram a essa conclusão, não tenho de a contestar." Quando a Soane decidiu investir 350 milhões de euros em Tróia, lembrou o administrador, já existia em Setúbal uma forte envolvente industrial - não só a Secil como toda a plataforma da Mitrena - que não alterou os planos do grupo."Sabíamos que não era possível mudar completamente o padrão de desenvolvimento de Setúbal e o que fizemos foi tomar medidas para que o impacto seja menor", explica Montelobo, frisando que Tróia "não é o único destino turístico do mundo com esse problema".
O objectivo é criar "10 a 12 campos de golfe" nesta região, nos próximos 15 anos, com recurso às "tecnologias existentes que permitem ultrapassar os problemas do consumo elevado de água e dos impactos negativos nos efluentes".
Na náutica de recreio “as embarcações à vela predominam sobre as de motor, com 60 por cento das vendas”, António Capoulas considera que o espaço náutico “é fundamental para o programa de desenvolvimento turístico da região de Setúbal”. O presidente da AERSET sustenta a importância da náutica de recreio enquanto “instrumento de desenvolvimento local criador de empregos directos e indirectos”, permitindo ainda a “reabilitação dos espaços portuários e urbanos, complementares à actividade da pesca e do comércio”.
http://www.setubalnarede.pt/content/index.php?action=articlesDetailFo&rec=5603O economista salienta também a “saturação” existente nos portos europeus, sublinhando que a náutica de recreio promove a “preservação ambiental e do litoral”, até porque os nautas “não querem ver grandes arranha-céus à sua volta”, características ambientais existentes nesta zona do Sado.
Os "interesses particulares dos proprietários, nem sempre compatíveis com a defesa do centro histórico". E a expectativa de ali se construir em altura tem de ser posta de parte. E a Câmara não tem meios para tomar posse dos edifícios, recuperá-los e colocá-los no mercado.
http://jn.sapo.pt/2006/03/21/sul/comercio_tradicional_agoniza_baixa_c.html
O problema é que os comerciantes estão "renitentes, tal como acontece sempre que lhes pedimos qualquer coisa"