o que nos é servido à mesa do consumo da comunicação social que temos (com versão digital)
A Sonae distancia-se assim das entidades que nas últimas semanas têm usado Tróia como argumento contra a co-incineração, "não vai alinhar em campanhas que afastem os turistas de Tróia" e está "completamente tranquila" em relação aos resultados do estudo que indica a Secil do Outão para co-incinerar resíduos industriais perigosos.
http://jornal.publico.clix.pt/noticias.asp?a=2006&m=03&d=26&uid=&id=70280&sid=7703"Se continuar a haver a tentação de transformar este assunto numa questão política ou numa campanha contra alguém, é evidente que vai haver problemas e é isso que estou a tentar evitar". "No âmbito das nossas responsabilidades sociais e ambientais temos equipas permanentes para monitorizar diversos parâmetros e se, eventualmente, houvesse algum problema, não deixaríamos de o transmitir às entidades competentes", frisou Henrique Montelobo, convicto do rigor científico do relatório sobre a co-incineração."Existiu e funcionou uma comissão de pessoas qualificadas que fez uma avaliação e publicou um relatório. Se chegaram a essa conclusão, não tenho de a contestar." Quando a Soane decidiu investir 350 milhões de euros em Tróia, lembrou o administrador, já existia em Setúbal uma forte envolvente industrial - não só a Secil como toda a plataforma da Mitrena - que não alterou os planos do grupo."Sabíamos que não era possível mudar completamente o padrão de desenvolvimento de Setúbal e o que fizemos foi tomar medidas para que o impacto seja menor", explica Montelobo, frisando que Tróia "não é o único destino turístico do mundo com esse problema".
O objectivo é criar "10 a 12 campos de golfe" nesta região, nos próximos 15 anos, com recurso às "tecnologias existentes que permitem ultrapassar os problemas do consumo elevado de água e dos impactos negativos nos efluentes".