o que nos é servido à mesa do consumo da comunicação social que temos (com versão digital)
Formar um verdadeiro cluster de natureza tecnológica capaz de organizar a oferta e aumentá-la na cadeia de valor" A secretária de Estado dos Transportes, Ana Paula Vitorino mostrou-se de acordo com esta proposta
http://jornal.publico.clix.pt/noticias.asp?a=2006&m=11&d=10&uid=&id=106574&sid=11762Os sectores de actividade que mais poderão contribuir para o projecto da alta velocidade serão os moldes, os têxteis (para o interior das composições), alguma metalomecânica, electromecânica e tecnologias da informação. Basílio Horta perspectiva até a localização desse cluster em Setúbal, na antiga fábrica da Renault, num espaço cuja gestão imobiliária pertence à própria API Parques.
não deverá resumir-se à alta velocidade, pois existe também a ferrovia convencional e os projectos de modernização da EMEF (empresa participada da CP que faz a manutenção dos seus comboios). Só que, neste caso, as intenções são instalar um centro tecnológico ferroviário na Amadora.
Basílio horta propõe cluster ferroviárioPresidente da API quer indústria portuguesa a participar na alta velocidade POL nº 6071 Sexta, 10 de Novembro de 2006
A indústria portuguesa deve responder ao desafio da alta velocidade e organizar-se num cluster por forma a maximizar a componente nacional naquele projecto, defendeu ontem Basílio Horta, presidente da API, no congresso nacional ferroviário que terminou ontem, em Lisboa."