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Luís Gonelha não se mostrou convencido. “Sou engenheiro e já trabalhei em várias obras públicas, afirmou, acrescentando que, “efectivamente, com a produção diária que a obra tem, realmente é difícil conseguir fazer em dois meses e meio um passeio”.
No entanto, de acordo com o dirigente, é possível cumprir o prazo “se o empreiteiro, mandatado pela Sociedade Polis for obrigado a intervir, desde já, em zonas onde não vá afectar o comércio, nomeadamente começando a refazer o projecto desta faixa Norte, a partir do Quartel do Onze” e, se, “a partir do dia 15 de Setembro, for movida mão-de-obra suficiente para que se consiga fazer a obra em dois meses, que é suficiente para fazer este passeio”.
O presidente da Comissão Concelhia do PS mostrou o seu cepticismo em relação ao cumprimento do prazo das intervenções na avenida, caso continuem a haver apenas “meia dúzia de calceteiros que fazem dez metros quadrados por dia”. Desta forma “dificilmente conseguem até ter todo o projecto Polis desta avenida pronto até 15 de Novembro”, manifestou.