OSetubalense

De Setúbal comenta-se o que nos é servido à mesa do consumo da comunicação social que temos (com versão digital)

setembro 29, 2004

 

casa na Arrábida - licença de utilização em tempo recorde

Ver tambem
O ministro do Ambiente, (CDS) ,conseguiu a licença de construção, alegando a existência no terreno de uma ruína com a área que tinha projectada para a sua casa (168 m2). Nobre Guedes alega que a sua casa «é totalmente legal»

Expresso 25-09-2004
http://semanal.expresso.clix.pt/1caderno/pais.asp?edition=1665&articleid=ES148763

O EXPRESSO consultou o processo de licenciamento na Câmara de Setúbal - que só foi disponibilizado depois de o ministro publicitar cópias de alguns desses documentos.

«aquelas ruínas nunca tiveram mais de 40m2 de área». «Ali só se poderia reconstruir uma casa para apoio agrícola», houve «discricionariedade» neste processo, uma vez que «a argumentação das ruínas não tem impedido o embargo de casas noutra zona da serra».
Segundo o regulamento do parque, nas áreas rurais em zona de paisagem protegida não é permitido construir mais de 40 m2 por hectare. E, no caso de reconstrução de ruínas, a área existente deve ser respeitada e a sua utilização deve estar ligada ao apoio agrícola.A casa do ministro não se enquadra nestas condições

a «ruína a demolir» localiza-se no ponto oposto da propriedade. Tendo em conta a localização da ruína - confinada entre os limites do terreno e uma zona elevada - é difícil perceber como é que ali caberia o triplo da área edificada, ou seja, 168 m2.
Para o vereador do urbanismo de Setúbal, Aranha Figueiredo, «não é obrigatório que a moradia seja para actividade agrícola». Já «a reconstrução ser ou não no mesmo local da ruína, depende da concepção da visão urbanística».

Luís Nobre Guedes queixa-se de que teve de esperar «quatro anos» para ver a sua casa licenciada. Mas, na realidade, este foi um tempo recorde para o que costuma acontecer na zona. O ministro comprou a propriedade em Julho de 2000 e a Câmara emitiu o alvará de construção em Agosto de 2003.
A casa e a piscina foram construídas em sete meses, segundo o livro de obra. A vistoria da última licença necessária - a de utilização - demorou 23 dias e foi feita esta quinta-feira, três dias depois de a Imprensater noticiado que Nobre Guedes tem uma casa na Arrábida e que lhe faltava aquele documento.

Antes de integrar o Governo, foi advogado da Câmara de Setúbal (uma autarquia comunista), representando a empresa municipal Amarsul. A primeira cerimónia pública em que participou como ministro foi a abertura da Feira de Santiago
 

grupo Barraqueiro - Entre Setúbal e Lisboa

Do grupo Barraqueiro (Fertagus, TST-Transporte Sul do Tejo e futuro Metro do Sul do Tejo)

Fertagus é a única empresa ferroviária portuguesa privada e transporta uma média de 70 mil passageiros por dia e espera subir para os 80 mil com a extensão a Setúbal. A Fertagus não divulga os seus custos, mas admite que a partir de 6 de Outubro "o custo por quilómetro é muito elevado e não é acompanhado do tarifário correspondente". Se o fosse, um bilhete entre Setúbal e Lisboa deveria custar "quase o dobro" do que os cerca de quatro euros. A empresa ainda não aprovou os preços dos bilhetes, mas garante que o passe mensal entre Setúbal e Lisboa será inferior aos 90 euros pagos na rodoviária. O contrato com o Estado que prevê as indemnizações compensatórias pela prestação deste serviço público não está ainda fechado,

Com a actual frota a empresa passa a trabalhar nos limites, sendo impossível prolongar posteriormente o serviço à estação do Oriente ou a Praias Sado. Só para estender o serviço de Setúbal a esta última estação seriam necessários mais três novos comboios. A longo prazo, o grupo Barraqueiro (Fertagus, TST-Transporte Sul do Tejo e futuro Metro do Sul do Tejo) não esconde a sua apetência pela Linha da Azambuja.


Com 18 composições - nos limites ???
Um fluxo de 20 em 20 minutos é possivel em Setúbal
18 composições mas duas a duas excepto se virarem em Prais do Sado e Braço de Prata.
7 em 7 neste caso .



Entre Setúbal e Lisboa não haverá transbordos, sendo as composições oriundas daquela cidade encaixadas nos horários da oferta suburbana (mais densa) deCoina a Lisboa. Os comboios efectuam paragem em todas as estações.
Mas a ribeira de Coina é o limite a partir do qual desaparece o grosso do mercado suburbano. "A dependência da península de Setúbal em relação a Lisboa tem vindo a diminuir. Setúbal tem vida própria e é cada vez mais autónoma de Lisboa", explica a mesma fonte. Por isso, mais do que prolongar um serviço suburbano vindo da capital, a vocação desta extensão do serviço ferroviário será a de unir a região entre Setúbal e Almada, ou seja, "uma linha estruturante dentro da margem Sul e não na sua ligação à margem Norte".

Segunda-feira, 27 de Setembro de 2004 extractos de: http://jornal.publico.pt/2004/09/27/LocalLisboa/LL02.html

setembro 23, 2004

 

Lisboa e Setúbal em intervalos de 30 minutos

Haverá comboios a circular entre Lisboa e Setúbal desde as 05.30 até às 01.58, num percurso que demora 51 minutos com paragens em todas as estações. O serviço terá início no dia 6 de Outubro. Até lá ainda serão acertados os horários e o tarifário, pelo que se desconhece quanto custará o bilhete ou o passe mensal entre Setúbal e Lisboa.

Durante as horas de ponta da manhã (das 07.00 às 10.00) e do fim da tarde (das 17.00 às 21.00), haverá comboios a fazer a ligação entre Lisboa e Setúbal em intervalos de 30 minutos. Nos mesmos horários, outras composições efectuam, de dez em dez minutos, percursos mais curtos, entre Lisboa e Coina. A Fertagus adianta que «nos períodos de maior afluência de público, a oferta será ainda reforçada com comboios duplos», que totalizam oito carruagens de dois pisos.

Coina passará a ser a estação intermédia com mais importância do Eixo Ferroviário Norte-Sul, servindo de terminal e de cais de manobras para os comboios dos percursos curtos inverterem a marcha e regressarem a Lisboa. Fertagus «passará a disponibilizar uma oferta total de 30 mil lugares por hora na travessia da Ponte 25 de Abril», refere um comunicado da empresa.

Em Setúbal os TST «já têm um bom serviço para alimentar a estação de comboios» mas deverá vir a ter repercussões nas carreiras rápidas dos Transportes Sul do Tejo (TST) que ligam Setúbal a Lisboa (Praça de Espanha)

Quinta-Feira,23 de Setembro de 2004
http://dn.sapo.pt/noticia/noticia.asp?odNoticia=170254&codEdicao=1244&CodAreaNoticia=14
 

6 de Out.- comboios de Lisboa até Setúbal

Dia 6 de Outubro é a data garantida
para o início do serviço de comboios da Fertagus até Setúbal

o prolongamento do serviço entre o Fogueteiro e Setúbal será feito à custa de uma diminuição do actual número de comboios à hora de ponta. A cidade sadina terá uma frequência de comboios suburbanos para Lisboa muito inferior à das linhas de Sintra, Cascais e Azambuja, havendo períodos do dia em que só passará um comboio por hora.

Setúbal continuava sem aproveitar a infra-estrutura - uma linha dupla electrificada e dotada com os mais modernos sistemas de sinalização.

A decisão de prolongar até Setúbal a viagem dos comboios que actualmente termina no Fogueteiro vem pôr fim a um processo que se arrastava há vários meses, sem que o Estado e a Fertagus chegassem a acordo. A linha entre Coina e Pinhal Novo, que permitia à CP fazer comboios directos de Lisboa para o Algarve, foi inaugurada em Junho passado.

Reduz-se de 30 para 7 anos o contrato de concessão da Fertagus, ao fim dos quais haverá lugar a novas negociações para se decidir da sua continuação, podendo sempre o Estado assumir o serviço ou abrir concurso para outro operador.

Há três meses que existia um "pré-acordo" entre a administração central e a concessionária sobre as condições em que o contrato de concessão seria renovado e quais as indemnizações a atribuir pelo Estado para colmatar os prejuízos da exploração, deficitária desde o seu início.

prejuízos - um grande negócio

A Fertagus precisa ainda de fazer a recepção das estações de Penalva e Coina, cuja gestão dos espaços comerciais está a seu cargo. Durante três semanas terão também de ser feitos ensaios de material e os maquinistas irão efectuar várias viagens para "aprender caminho", isto é, memorizar todo o percurso e sinalização.

tanto!!!


Quinta-feira, 23 de Setembro de 2004
http://jornal.publico.pt/2004/09/23/LocalLisboa/LL11.html

 

Duarte Amândio - um milhão

Duarte Amândio presidente da APSS :
"o concurso público prevê a concessão da construção de passadiços e de outras infra-estruturas no lado nascente e a exploração comercial da Doca das Fontaínhas". As obras vão permitir a retirada das embarcações de pesca que ainda permanecem na doca das Fontaínhase e possibilitar o aumento de número de lugares disponíveis cerca de 270, para barcos de recreio.

As obras deverão estar concluídas em 2005.

O Conselho de Ministros aprovou o decreto-lei que autoriza a Administração dos Portos de Setúbal e Sesimbra (APSS) a lançar o concurso público, no valor de um milhão de euros, para concessão de construção e exploração do porto de recreio da Doca das Fontaínhas.

20 de Setembro de 2004

http://jn2.sapo.pt/textos/out2168.asp

setembro 18, 2004

 

Polis - Dilatação pelo menos até 2008

Anúnciado o arranque das obras do Largo José Afonso em Novembro.
As dificuldades actuais com que se depara o Polis de Setúbal,
o lançamento do concurso para o arranque das obras no Largo José Afonso,
“ainda na vigência do anterior executivo municipal”,

As eleiçõs foram há quantos anos?


sem ser contemplada a necessidade de deslocalizar as instalações do
Cento de Apoio aos Desempregados, da
Assembleia Distrital de Setúbal e do
Grupo Desportivo Fontenova,
“deslocalização que, como é óbvio, custa dinheiro e não é facilmente concretizável”.
a deslocalização do Fontenova “poderá ficar entre os 60 e os 80 mil contos”

_________________________
a execução das obras do Parque Urbano de Albarquel está prevista para o segundo semestre de 2005
_________________________

“não há, na margem norte do estuário do Sado, nenhuma alternativa à actual localização do cais de embarque dos ferry-boats para Tróia.”

só em Setembro de 2004 tenha sido dado conhecimento pela

Administração dos Portos de Setúbal e Sesimbra

à Sociedade Setúbal Polis de um estudo de 1999


toda a operação foi delineada com base no pressuposto de ser sustentada por
um elevado nível de auto-financiamento garantido por operações imobiliárias

Só nas Fontainhas, a zona onde está situado o cais de embarque dos ferrys, a libertação dos terrenos geraria receitas “onde estava incluída uma verba de cerca três milhões de euros indispensável para a requalificação da Avenida Luisa Todi”. A impossibilidade de gerar estas receitas na sequência da inviabilização da mudança do cais põe em causa a obra da
Avenida Luísa Todi e “inviabiliza” a requalificação das Fontainhas.

“O dinheiro que iríamos obter com a venda dos terrenos serviria para as obras de relocalização do cais dos ferry-boats,
deslocalização da gasolineira existente no local e o restante para a requalificação das Fontaínhas



__________________________
o “Estado deverá assumir como vital para Setúbal e para a região a construção da marina/porto de recreio”.“Desta forma poderíamos assegurar, em conjunto com os privados interessados, uma operação urbanística mais equilibrada” o investimento público na construção desta infra-estrutura é determinante.
__________________________
toda a operação foi delineada com base no pressuposto de ser sustentada por um elevado nível de auto-finaciamento garantido por operações imobiliárias”.


“Dos 39 Polis, cerca de meia dúzia estão dependentes, em 50 por cento, de auto-financiamento”, situação em que se encontra Setúbal, “isto além de o nosso Polis ser, em todo o país, um dos que mais depende da vontade de terceiros”


_____________________________

Apresentação da situação do Polis
Carlos de Sousa disse aos jornalistas

Finalmente
que, “perante o actual quadro de dificuldades” torna-se evidente a “necessidade de uma revisão do modelo de financiamento definido em 2001” para o Polis de Setúbal, além de uma “reprogramação financeira e temporal” das intervenções previstas, com a dilatação do prazo para finalização da operação “pelo menos até 2008”.

o Plano Estratégico do Polis de Setúbal foi elaborado, em 2001, “com uma ligeireza

http://www.mun-setubal.pt/Noticias/Dia/default.asp

setembro 16, 2004

 

Festanima

http://sadinos.weblog.com.pt

...o que quero manifestar está também relacionado com as responsabilidades da Câmara Municipal de Setúbal.
Venho por este meio manifestar a minha discordancia, que já manifestei noutro tópico (projecto Polis), em relação ao corte de uma via pública nesta cidade para se realizar aquilo que o jornal setubalense noticia hoje como a «Festanima».Então quando se fundamenta, e muito bem, a passagem da feira de Sant'iago para as Manteigadas pelo facto do antigo certame estar a ocupar a av. Luisa Tody, «OCUPA-SE» uma via de 4 faixas (que liga as areias à bela-vista) com barracas e um palco????? Será que não HÁ outro sitio para se fazerem estas coisas???? Mais a mais quando nem sequer existem sinais informativos ao transito que passa? Apenas nos deparamos mesmo em cima das barracas com uma vedação, um sinal de sentido proibido ( o que é ridiculo pois o mesmo está proibido nos dois sentidos, e um sinal de sentido obrigatório, mas tudo isto em cima das vedações).Vejamos: segundo o setubalense, este evento, chamado Festanima está no seu segundo ano de realização com o "triplo" do espaço em que estão presentes 23 associações/colectividades com stands gastronómicos assim como um palco. Aos fins de semana a dita festa terminará às 2 da manhã!Na comissão organizadora estão: A Cãmara Municipal, a junta de frequesia de S. Sebastião, o Centro Cultural e Desportivo dos Trabalhadores da CMS, o Grupo "Os Africanos", "Os Verdes", e a Che Setúbal.O coordenador Francisco Sousa afirma: "Assumir-se num futuro breve como a segunda realização popular da cidade, depois da feira de Sant'iago".A vereadora da cultura, Maria das Dores Meira (será a mesma que teve a infeliz ideia dos grafittis no Quebedo?), afirma também: "Um bom exemplo"..."realiza-se num dos locais mais apraziveis da cidade".Segundo o mesmo jornal, o municipio apoiou desde a primeira hora.Escuso-me a mais comentários, mas acho tudo isto lamentável.Afixado por Forasteiro em setembro 10, 2004 07:21 PM

setembro 10, 2004

 

QUEREM MAMAR TAMBEM - Há linha mas não há comboio

Os comboios, fornecidos pela Alstom, custaram 105,7 milhões de euros e têm um prazo de amortização de 30 anos.

Era para ser durante o Euro 2004, depois passou para o início do ano lectivo, mas já está assumido que tal não virá a acontecer durante o mês de Setembro. As negociações que ainda não foram fechadas e as mudanças ministeriais nas Obras Públicas (o dossier já passou por
Valente de Oliveira,
Carmona Rodrigues e agora por
António Mexia) têm contribuído para este atraso.

Em 2002 terminou o período experimental da concessão, mas o Governo atrasou-se em negociar a sua prorrogação, estando a fazê-lo agora, em simultâneo com a discussão do seu prolongamento até Setúbal, para o qual a Fertagus quer garantias de condições aceitáveis de exploração.

18 composições de dois pisos que hoje operam entre Lisboa e o Fogueteiro não terão de sair da linha, mas mudarão de dono

http://jornal.publico.pt/2004/09/09/Economia/E02.html

setembro 09, 2004

 

Pavilhões pré-fabricados foram demolidos - FINALMENTE

Conselho Executivo pediu , Câmara demoliu pavilhões

Os pavilhões pré-fabricados da Escola Secundária Sebastião da Gama foram demolidos pela Câmara Municipal a pedido do Conselho Executivo daquele estabelecimento de ensino.
Os trabalhos, que deverão terminar até final desta semana, com a remoção do entulho, começaram há duas semanas.
Na operação de demolição e remoção de entulhos estiveram envolvidos funcionários e máquinas do Município.
A demolição dos pavilhões, que se apresentavam bastante deteriorados, realizou-se no âmbito de um pedido efectuado pelo Conselho Executivo daquela escola ao presidente da Câmara Municipal.


http://www.mun-setubal.pt/
 

Ao Algarve adeus





Desde Julho 2004


deixámos de ter


ligação ferroviária


ao Algarve.



OBRIGADO










setembro 07, 2004

 

Reabilitação urbana - o que nos cabe?

29 projectos de reabilitação urbana
A utilização racional dos equipamentos colectivos, através de "associações de utilizadores à escala regional" Os centros históricos devem ser preservados, conservados e vividos pelas suas gentes
O valor total do investimento ascende a 53,7 milhões de euros, comparticipado pelo Estado em cerca de 14,2 milhões de euros projectos que visam sobretudo a qualificação e valorização urbana de espaços públicos e a construção de equipamentos sociais e desportivos nos vários municípios
Alcobaça, Odivelas, Amadora, Oeiras, Loures, Setúbal, Moita, Almeirim, Torres Novas, Alenquer, Entroncamento e Rio Maior viram projectos de requalificação urbana incluídos em "pacote" de apoios da Administração Central. Foram enviados para Bruxelas os elementos indispensáveis para concluir a reprogramação do III Quadro Comunitário de Apoio.
A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo (CCDRLVT) celebrou 29 contratos-programa para projectos de reabilitação urbana co-financiados no âmbito do programa operacional de Lisboa e Vale do Tejo.

http://jornal.publico.pt/publico/2004/09/02/LocalLisboa/LL12.html

setembro 06, 2004

 

Comboio para Lisboa

Câmaras estão dispostas a estudar uma eventual participação nos custos

A Câmara está a negociar com a CP a criação de um serviço ferroviário regular . A viagem de comboio à estação do Oriente e pode ser feita em apenas uma hora.

"Uma hora é extremamente vantajoso para as pessoas. "

A CP já anunciou que iria suspender este serviço e substituí-lo por autocarros, tendo lançado um concurso público para o concessionar a uma empresa rodoviária, tal como está, o serviço não interessa a ninguém, mas propõe a criação de três comboios diários, com material eléctrico modernizado . Isso envolve também as câmaras vizinhas de os seus colegas (Bloco de Esquerda) e (PS) estão em total sintonia com este projecto e dispostos, também, estudar uma eventual comparticipação camarária para ter os seus concelhos com boas ligações ferroviárias a Lisboa.

A linha é electrificada e possui um moderno sistema de comando e controlo de circulação, o que permite uma exploração simples e barata por parte da Refer. A CP, contudo, diz ter 500 mil euros anuais de prejuízo com o serviço de passageiros, mas : "Esse prejuízo pode ser transformado em rentabilidade, até porque não pomos de fora a hipótese de comparticipar".

NÃO , NÃO SE TRATA DA NOSSA CÂMARA ...
Coruche Quer Comboio para Lisboa
Segunda-feira, 06 de Setembro de 2004

http://jornal.publico.pt/2004/09/06/LocalLisboa/LL02.html
 

Imediato serviço ferroviario para Setubal

As infranstuturas necessárias para a ligação de Setúbal a Lisboa por via ferroviária já estão concluidas há meses, mas, por alguma razão desconhecida, ainda não existe um comboio que ligue estas duas cidades. Milhares de setubalenses têm ainda de se dirigir para o seu local de trabalho de carro, aventurar-se em engarrafamentos e trânsito complicado, como se sabe existir em Lisboa, continuar a pagar essa mesma deslocação em combustivel sempre a subir e, provavelmente, chegar já exausto e irritado ao seu emprego. Os utilizadores do comboio da Fertagus que parte do Fogueteiro dispõem de horários fixos e respeitados minimamente, sem se sujeitarem a atrasos de comboios, de preços aceitáveis dos bilhetes, assim como dos passes, e de um conforto e tranquilidade favoráveis para uma simples viagem até o seu local de trabalho.Porque será que Setubal não poderá contar também com toda essa tranquilidade se tem já as infranstuturas necessárias para que um comboio ligue esta cidade à capital? É urgente, portanto, repensar e acelerar o serviço ferroviário já pronto mas ainda fora de serviço para a ligação entre Setúbal e Lisboa.

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